Metodologia de Ensino
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Escrita sem mágica
Distanciando-me de qualquer ensino que tente transformar a escrita em um processo mecânico, artificial, mágico ou apartado de quem escreve, convido alunas e alunos a pensarem, refletirem e raciocinarem sobre os diversos aspectos envolvidos na elaboração de bons textos – os variados sentidos produzidos pelos discursos (como são e por que são), as escolhas das informações, os objetivos visados no texto, os vários caminhos para construir bons argumentos, o encadeamento das ideias (coerência), a organização (coesão). Sempre considerando o que as próprias bancas examinadoras buscarão avaliar em suas provas escritas.
Ensino de texto requer formação específica
O que tenho praticado há mais de 15 anos é fruto de uma formação teórica e prática na área da Linguística, ciência que estuda o funcionamento da linguagem e, obviamente, os textos (sim, há ciência para isso!). A língua é vista como lugar de interação entre os interlocutores, em que os sentidos são construídos na dependência dos fatores sociais, culturais, linguísticos, cognitivos, entre outros. Interessa-me, assim, a língua viva, falada e escrita em variados contextos. Estudar o funcionamento da língua é crucial para o ensino de texto, inclusive texto de concurso público. Caso contrário, serão ensinados o quê? Manobras, aspectos meramente formais e estéticos dos textos ou até mesmo receitas do tipo “faça isso”, “faça aquilo”.



A capacidade humana para escrever

Saúde mental e escrita andam juntas
Claro, não poderia deixar de dizer que minha prática com alunas e alunos também é fruto da minha formação terapêutica – lido com seus medos, suas frustrações, angústias e ansiedades no processo de aperfeiçoamento da escrita. Por essa razão, sempre busco proporcionar um ambiente de escuta e identificar as reais necessidades de quem me procura.

Trabalho meu e dos meus alunos

Se estudar texto implica interagir, o trabalho com e sobre a escrita deve respeitar o potencial intelectual das alunas e alunos, aproveitar e ampliar seus conhecimentos de mundo, aguçando sua observação e sua consciência linguística. É assim que vejo candidatas e candidatos a concursos públicos saírem de um aproveitamento de 70% e chegarem a 90, 95, 100% nas redações e discursivas específicas; é assim que vejo aspirantes a um cargo das carreiras jurídicas conseguirem ir para a fase oral. O engajamento é meu e de vocês, alunas e alunos; também a alegria pelo resultado.