A Escrita nas Entrelinhas http://aescritanasentrelinhas.com.br Para você, o que é escrever bem? Wed, 31 Jan 2018 14:13:35 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.4.2 Como você lê para interpretar? http://aescritanasentrelinhas.com.br/2018/01/31/como-voce-le-para-interpretar/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2018/01/31/como-voce-le-para-interpretar/#comments Wed, 31 Jan 2018 14:13:35 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1963 Tem gente “ensinando” que, em uma prova dissertativa de concurso público, você deve sublinhar as palavras-chaves e a partir disso escrever seu texto. Como assim?

Ora, o que seria das palavras-chaves se isoladas do seu contexto (dos seus períodos)? Não se interpreta nada com base em palavras soltas; as palavras devem ser lidas dentro das RELAÇÕES que elas estabelecem com outras palavras no mesmo texto!!!

O resultado desse tipo de ensinamento são dissertações com conceitos estanques (das “palavras-chaves”), sem compreensão das razões pelas quais tais palavras estão no enunciado da prova; o resultado são textos que simplesmente não tratam do que a banca exigiu.

Cuidado, caro leitor e candidato!

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Você escreve querendo se livrar logo do texto? http://aescritanasentrelinhas.com.br/2018/01/26/voce-escreve-querendo-se-livrar-logo-do-texto/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2018/01/26/voce-escreve-querendo-se-livrar-logo-do-texto/#comments Fri, 26 Jan 2018 11:43:28 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1961 “Carla, a gente escreve tanta porcaria que a gente não quer reler; a gente quer se livrar”.

Não é incomum os alunos fazerem certas confissões a respeito da relação deles com o próprio texto produzido. O trecho transcrito acima, por exemplo, foi dito por uma aluna quando eu a ensinava sobre a importância de se reler constantemente o texto à medida que este é produzido. Ora, querido leitor, não é possível realizarmos bem qualquer atividade sem REAL ENVOLVIMENTO com ela.

No caso da escrita, É o ENVOLVIMENTO com o texto produzido que lhe fará receber bem as orientações do professor, compreender cada erro como um desafio a ser superado (e não como uma montanha intransponível); é o ENVOLVIMENTO que lhe impulsionará a reler constantemente o que escreveu e alimentará a sua vontade de pensar sobre o tema dissertado; só com ENVOLVIMENTO se poderá buscar a perfeição! Após tantos anos trabalhando com os textos e seus autores, posso afirmar com certa tranquilidade: o ENVOLVIMENTO trará sabor à sua escrita, tirará todo e qualquer distanciamento entre você (autor) e seu texto; seu texto será quase uma extensão de você mesmo, sério.

Bem, se você é mais um desses que quer escrever para se livrar, está na hora de rever isso, afinal, sempre temos um objetivo a ser alcançado com a nossa dissertação.

ENVOLVA-SE!

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Não existem milagres em matéria de escrita http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/12/04/nao-existem-milagres-em-materia-de-escrita/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/12/04/nao-existem-milagres-em-materia-de-escrita/#comments Mon, 04 Dec 2017 12:11:28 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1958 Bom dia, queridos.

Li, na semana passada, diversas dissertações de concurseiros que prestaram o TJ-PE e queriam saber, da minha parte, se caberia algum recurso a fim de conseguirem aumentar a nota e melhorarem a classificação. Sempre busco alguma brecha na correção para poder ter um caminho para a elaboração do recurso, afinal, para pedirmos o aumento da nota, um razoável motivo é necessário.

Das dissertações analisadas, leitor, apenas uma (sim, uma) realmente era passível de recursos.  Confesso que fiquei até meio assustada com o que vi e li nos textos, apesar de já trabalhar com dissertações há mais de 10 anos! Não vou detalhar os problemas linguísticos que encontrei nos textos, mas destacar as conclusões tiradas por mim:

1. MEMORIZAMOS OS ARTIGOS DA CF, DO CÓDIGO CIVIL, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ETC., MAS DESCONHECEMOS OS PRINCÍPIOS BÁSICOS EM MATÉRIA DE TEXTO;

2. RELEMOS UMA QUESTÃO OBJETIVA INTEIRA ANTES DE MARCAR O “X”, MAS SEQUER VOLTAMOS PARA LER O QUE ESCREVEMOS NA LINHA ANTERIOR;

3. ESTAMOS ATENTOS AO QUE A BANCA PEDIU NA QUESTÃO OBJETIVA, MAS, NA REDAÇÃO, DESPREZAMOS O QUE O EXAMINADOR ESCREVEU E PREFERIMOS ESCREVER ALGO QUE “VEIO NA NOSSA CABEÇA”;

4. CONSEGUIMOS SABER A INTENÇÃO DA BANCA NUMA PROVA DE MARCAR “X” (MESMO QUANDO ELA NÃO DEIXA TUDO BEM CLARO),  MAS NÃO SABEMOS LER O ENUNCIADO DA PROVA DISSERTATIVA; NÃO  EXERCITAMOS LER GUIANDO-NOS PELAS RELAÇÕES DE SENTIDO ENTRE OS PERÍODOS;

5. ATÉ CHEGAMOS À CONCLUSÃO DE QUE ESCREVEMOS UM TEXTO MUITO RUIM, MAS PREFERIMOS FECHAR OS OLHOS PARA ISSO, ACREDITANDO QUE O EXAMINADOR TERÁ COMPAIXÃO, QUE A SORTE ESTARÁ CONOSCO OU QUE DIAS MELHORES VIRÃO;

6. INVESTIMOS TEMPO E DINHEIRO EM NOSSA PREPARAÇÃO PARA AS OBJETIVAS; PARA AS DISSERTAÇÕES SEPARAMOS O QUE SOBRA OU ECONOMIZAMOS AO MÁXIMO FAZENDO AQUELES CURSOS QUE NÃO ENSINAM (QUASE)NADA EM MATÉRIA DE RACIOCÍNIO LINGUÍSTICO;

7. SEPARAMOS UM TEMPO RAZOÁVEL PARA MARCAR O “X” E TEMOS ESPERANÇA DE QUE A DISSERTAÇÃO ESCRITA EM 30 MINUTOS TENHA UMA ÓTIMA NOTA;

8. EM SUMA,  ESTUDAMOS PARA AS PROVAS OBJETIVAS COM DILIGÊNCIA E AFINCO, PORÉM CONTAMOS COM UM MILAGRE NAS PROVAS DISSERTATIVAS.

Já vi milagres acontecerem em provas objetivas (ex: o candidato não sabia nada de raciocínio lógico; das 5 questões que chutou, ele acertou 4), mas, nestes últimos 10 anos, desconheço algum quando o assunto é a escrita de bons ou ótimos textos! Ainda não entendemos que uma boa dissertação não se constitui com a mera soma de frases soltas, declarações não explicadas ou repetições vazias.

Sabemos onde queremos chegar, mas o caminho está sendo percorrido pela metade.

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Para quem pensa que os textos motivadores não servem para (quase)nada… http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/11/16/para-quem-pensa-que-os-textos-motivadores-nao-servem-para-quasenada/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/11/16/para-quem-pensa-que-os-textos-motivadores-nao-servem-para-quasenada/#comments Thu, 16 Nov 2017 14:26:29 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1954 Vejamos os seguintes textos motivadores (prova do TRT-9ª – Técnico):

Apesar da presunção de veracidade que confere autoridade, interesse e sedução a todas as fotos, a obra que os fotógrafos produzem não constitui uma exceção genérica ao comércio usualmente nebuloso entre arte e verdade. Mesmo quando os fotógrafos estão muito mais preocupados em espelhar a realidade, ainda são assediados por imperativos de gosto e de consciência. [...]

O problema não é que as pessoas se lembrem através das fotografias, mas que se lembrem apenas das fotografias. (SONTAG, Susan. “Na caverna de Platão”, em Sobre a Fotografia, São Paulo, Companhia das Letras, 2008).

O comando da prova foi o seguinte:

A partir do trecho acima, escreva um texto dissertativo-argumentativo sobre o seguinte tema: A imagem como produtora de sentidos na modernidade.

A palavra “imagem” neste tema deve ser interpretada conforme os textos motivadores, afinal o enunciado de uma questão dissertativa deve ser lido como um todo organizado de sentido; ou seja, deve ser lido tendo-se em mente que o sentido de uma parte depende das demais com que se relaciona. Sendo assim, o primeiro passo é descobrir o sentido de “imagem” no contexto em que ela aparece.

Ora, os textos motivadores tratam da questão da verdade na produção de imagens fotográficas, dos fatores que atravessam a produção de uma imagem etc. O tema, por sua vez, afirma que as imagens produzem sentidos, significados, ou seja, nos induzem a pensar algo, a formar uma opinião sobre algo, a construir um sentido a respeito. Se olharmos ao nosso redor, perceberemos que a mídia está repleta de exemplos em que as imagens produzem sentidos, seja no contexto da imprensa, das propagandas, das telenovelas etc.

Portanto, candidato, não atribua um sentido que não é aquele atribuído pela leitura dos textos motivadores juntamente com o tema.  Ler e interpretar o tema é crucial para a escrita de um bom texto dissertativo; sem isso o candidato acaba tangenciando o tema ou fugindo dele, tal como se lê na introdução da dissertação a seguir (INADEQUADA):

“É percebido que, na contemporaneidade, o homem preocupa-se bastante com sua imagem. Entretanto, tal preocupação excessiva é prejudicial ao indivíduo”.

Por que está inadequada essa introdução? Porque o sentido de “imagem” nela exposto já mudou, contrariando o sentido dado pela banca.

 

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Sabe tudo… só que não! http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/11/06/sabe-tudo-so-que-nao/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/11/06/sabe-tudo-so-que-nao/#comments Mon, 06 Nov 2017 11:11:53 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1950 Uma jovem, LD, me procura com a seguinte questão: “Carla, estudo há 5 anos para o concurso da Magistratura do Trabalho; já fiz 9 segundas fases e não passo… alguma coisa está acontecendo comigo. Estou muito bem no conteúdo jurídico, mas não sou aprovada. Você pode ler meus textos”?

Como o último concurso desta jovem foi para o MPT (Ministério Público do Trabalho), pedi a ela que enviasse para mim as questões dissertativas escritas nessa prova. E assim começamos a trabalhar. Durante a primeira aula, lendo com ela os quatro primeiros parágrafos da primeira questão, identificamos juntas diversas inadequações textuais relativas à estrutura sintática, coesão textual, uso de pontuações, concordância etc. Só de reler com LD a sua prova parece que os problemas textuais saltaram aos seus olhos!

Sendo assim lhe perguntei: “LD, como você escreve? Qual o processo”? Ela me respondeu: “Carla, como eu tenho bastante conteúdo jurídico, já leio a questão e já sei o que a banca quer. Então, após a leitura, já passo a escrever ininterruptamente… vou escrevendo tudo o que eu sei”.

E continuei: “Você lê enquanto escreve? Relê o que escreveu em períodos anteriores antes de passar para o seguinte”?  “Não”, ela me disse.

Então acrescentei: “Agora você já sabe por que você não passa da segunda fase, correto”? Ela balançou a cabeça sinalizando concordância e lamentando.

Casos como esse são mais comuns do que se pensa. O que mais me espantou foi o fato de LD já ter disponibilizado os textos dela para “N” professores (da área jurídica) e nenhum (nenhum sequer) ter ao menos sinalizado para a candidata a necessidade de procurar alguma ajuda na questão textual.

Textos dissertativos com problemas de coesão, estrutura sintática, pontuação etc. são incompatíveis com o cargo de procurador do trabalho (no caso do MPT) ou juiz do trabalho (no caso dos TRT’s). Certamente os professores de cursinhos sabem muito bem isso…

É… escrever bons textos parece fácil… só que não. LD sabia tudo… só que não.

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Presidiárias que escrevem http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/10/11/presidiarias-que-escrevem/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/10/11/presidiarias-que-escrevem/#comments Wed, 11 Oct 2017 21:09:52 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1948 “Pensam que nós somos bicho. / Mas não é porque a gente tá aqui que a gente é um bicho de sete cabeças, que não é” (Silvana).

“Um lugar fechado com um monte de grade, muro, você vê assim, um monte de grade assim, trancado igual um bicho, eu me sinto assim, igual um bicho trancado, porque a última vez que eu vi lá o mundo lá fora foi o dia que eu fui assinar minha condenação, não vi mais” (Rosa).

Trechos retirados do artigo “Mulheres em conflito com a lei: a ressignificação de identidades de gênero em um contexto prisional”, da autora Erika Patrícia Teixeira de Oliveira, publicado na RBLA, Belo Horizonte, v. 9, n. 2, p. 391-414, 2009.

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Falar para escrever http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/10/06/falar-para-escrever/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/10/06/falar-para-escrever/#comments Fri, 06 Oct 2017 11:53:03 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1944 Não é incomum eu perguntar para um cliente enquanto leio seu texto: “fulano, o que você quis dizer aqui”? Geralmente recebo uma resposta do tipo: “Carla, eu gostaria de escrever … (e o cliente continua falando exatamente o que gostaria de dizer/escrever e não escreveu). O dito não é condizente com o que seu texto apresentava. Ou seja, muitas vezes alguém sabe dizer o que quer escrever, mas não sabe escrever o que sabe dizer.

E o que faço neste momento? Simplesmente respondo: “fulano, agora, então, você vai usar a sua fala para escrever o que você me disse, vamos lá”! Na interação, faço novamente uma pergunta cuja resposta servirá de conteúdo para o texto a ser reescrito; o cliente, com o arquivo aberto, ao mesmo tempo em que me responde, já começa a reescrever, sempre sendo incentivado a reler o que já foi escrito e a usar sua fala para organizar sua escrita. Nesse processo interativo, releio seu texto, o indago a respeito, o faço estabelecer relações com outros conhecimentos etc., conforme os problemas que vão aparecendo e desaparecendo.

Que tal usar mais a sua fala para escrever? Obviamente a escrita não é mera transcrição da fala, mas o ajudará a se organizar e a escrever o que realmente queria.

Grande abraço.

 

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Prova de português da FGV: isso, sim, é interpretar! http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/09/19/prova-de-portugues-da-fgv-isso-sim-e-interpretar/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/09/19/prova-de-portugues-da-fgv-isso-sim-e-interpretar/#comments Tue, 19 Sep 2017 12:29:06 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1941 Você também é uma daquelas pessoas que morre de medo das questões de português ou detesta fazer esse tipo de prova?

Há poucos dias, querido leitor, recebi várias reclamações da prova de português do TRT/SC, elaborada pela FGV. Resolvi as questões para entender a razão dos descontentamentos e até revoltas…

Conclusão: os candidatos às provas do TRT estão muitíssimo (mal)acostumados com as questões rasas e superficiais da FCC; sim, rasas, pois um professor que pega a prova de português da FCC para resolver percebe logo que a interpretação demandada por essa banca é simplória, exigindo-se bem pouco em termos de atividade realmente interpretativa. Não é isso o que ocorreu com a última prova de português do TRT/SC. Um professor que tem boa base de funcionamento da linguagem consegue compreender os conhecimentos linguísticos e discursivos que foram cobrados pela FGV. Aquela era, de fato, uma prova de interpretação, afinal não era suficiente a mera memorização de conteúdos e a reprodução destes; muito mais do que isso, era preciso que o candidato mobilizasse diversos conhecimentos, a exemplo daquela questão sobre o texto “analgésico espinhoso”.

Para respondê-la corretamente, o candidato teria de transitar do sentido conotativo para o denotativo; precisaria perceber que a ordem com que os períodos foram colocados no texto era determinante na atribuição de um sentido e não de outro; necessitava levar em consideração o fato de o texto ter sido publicado em uma revista científica etc. A questão era muito inteligente! ISSO, SIM, É PROVA DE PORTUGUÊS; ISSO, SIM, É INTERPRETAR.

O que precisamos mudar então? Precisamos começar a estudar português de verdade! E com base linguística, não meramente gramatical.

As provas da FGV e da banca CESPE são nesta linha. Não fuja dessas provas, aprenda adequadamente e, mais uma vez, cuidado com cursos que não conseguem ensiná-lo a pensar de maneira criativa.

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Período de “férias” http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/07/20/periodo-de-ferias/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/07/20/periodo-de-ferias/#comments Thu, 20 Jul 2017 12:53:35 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1938 OI, pessoal!

Entre os dias 21.07 e 30.07 estarei no meu período de descanso. Portanto, e-mails serão respondidos a partir  31.07.

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Documentários – sugestões http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/07/20/documentarios-sugestoes/ http://aescritanasentrelinhas.com.br/2017/07/20/documentarios-sugestoes/#comments Thu, 20 Jul 2017 12:35:13 +0000 Carla Queiroz Pereira http://aescritanasentrelinhas.com.br/?p=1936 Muitos clientes me pedem sugestões de documentários. Pois bem… segue uma listinha:

- “Sem Pena”;

- “Olhos azuis”;

- “Notícias de uma guerra particular”;

- “Muito além do cidadão Kane”;

- “O dia que durou 21 anos”;

- “Justiça”;

- “Trabalho interno” (‘Inside Job’);

- “Os quatro cavaleiros” (Fair Horsemen);

- “A corporação” (Corporation);

- “Food inc.”;

- “Cortina de Fumaça”;

- “O mundo segundo Monsanto”.

 

 

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