Tem gente que sabe dizer o que quer escrever, mas só consegue dizer; tem gente que escreve para o leitor adivinho; tem aqueles que acham difícil organizar as informações; há ainda os que escrevem, não convencem, e pensam que o texto ficou ótimo; outros tentam impressionar com palavras “difíceis”. É... escrever um bom texto não é fácil. Mas tem gente que aprende a escrever melhor, seja um relatório, projeto, e-mail para tratar de negócios ou um simples bilhete.

Arquivo da categoria Consultoria em Linguagem Escrita

Mestrado: cuidados durante o processo seletivo

Recebo muitos e-mails de pessoas me pedindo orientações sobre os cuidados que devem ter durante o processo seletivo de um mestrado. Portanto, em linhas bem gerais (mas importantes), segue o que respondi hoje mesmo a uma leitora do blog:

O processo seletivo para ingresso no mestrado, incluindo a prova discursiva, tem certas peculiaridades…

O primeiro aspecto que gostaria de destacar é o seguinte: se sua prova for de áreas humanas, saiba bem em “que terreno você está pisando”, ou seja, conheça as vertentes teóricas de base (por exemplo, se vai tentar o mestrado em Educação, conheça as principais teorias da Educação – as clássicas –  e qual a “defendida” pelo instituto no qual você está prestando a prova; se vai prestar na área da Linguística, conheça as principais teorias sobre a concepção de linguagem e a defendida pelo instituto). A meu ver, isso é bem importante. Geralmente sobre esta base você poderá escrever sua dissertação.

O segundo aspecto que gostaria de destacar é a necessidade de você entender o que se espera de um futuro aluno do mestrado: que ele SAIBA REFLETIR SOBRE UMA DADA QUESTÃO, DISCUTIR ALGO, PENSAR! E por isso você pode escrever livremente em uma prova desse tipo, colocando-se, opinando sobre; não se trata de uma mera prova com perguntas fechadas e respostas pré-determinadas.

O terceiro aspecto diz respeito à QUALIDADE DO TEXTO, AO CUIDADO COM A ESCRITA E REVISÃO. Não se trata de mera correção gramatical (indispensável), mas encadeamento de ideias, boas relações de sentido e argumentação de qualidade. Escrever será uma importantíssima atividade que você deverá desempenhar durante todo o mestrado e após ele.

Quarto e último aspecto: se houver entrevista, vá tranquilo(a), com algumas anotações (tópicos) do que você pretende falar (sobre sua vida pregressa, por que seu interesse pelo mestrado, seu projeto de pesquisa etc). Eles querem realmente ter certeza de que você vai tocar o mestrado até o fim e tem condições para isso.

Como também já fiz um mestrado, e olhando para trás, noto que tudo isso foi crucial durante o processo seletivo.

Bem, espero ter podido ajudar!

Beijos a todos os futuros pesquisadores.

Concurseiros que ficaram doentes…

Nunca me esqueço deste caso: LS era um jovem como qualquer outro; passeava, pegava uma praia, tinha tempo para namorar e ficar com amigos e parentes… Até que um dia ele resolveu estudar para concurso; decidiu que prestaria os TRT’s, cargo de Analista Judiciário, área Judiciária (AJAJ). Achou que deveria, para ser aprovado, somente estudar os 7 dias da semana. Já não mais dava a devida atenção para a namorada; não ia correr na praia com o pai, corrida que, segundo o candidato, proporcionava momentos maravilhosos de interação pai-filho; além disso, não mais separava tempo para jogar conversa fora com os amigos, visitar tios ou primos etc. Em menos de 1 ano o assunto se tornou somente um: concurso público! Nada mais importava tanto como estudar direito do trabalho, constitucional, administrativo e todos os outros direitos que conhecemos. E se passaram 2 anos da vida…

LS, auto-confiante e já bem preparado, prestou suas primeiras provas. Apesar de ter ido excelentemente bem nas objetivas, ficando nas primeiras colocações, ainda não havia dado a devida atenção para a redação – pensou, erroneamente, que, como ia bem em português (pelo menos nas provas objetivas), chegaria na prova e conseguiria escrever uma boa dissertação -, passando, assim, a desenvolver sintomas de alguém que já não estava tão bem psicologicamente. LS, com as frustrações normais que um concurseiro geralmente tem, passou a ficar extremamente ansioso, com medo (medo de escrever, medo de fazer o próximo concurso e ter mais frustração, medo de enfrentar os problemas) e, em seguida, deprimido. Já não mais era possível a LS sentar e estudar tranquilamente. Conclusão: teve de deixar tudo, parar com tudo e ir se tratar com um bom psiquiatra e um bom psicólogo. E LS foi se cuidar… dar, agora, ao seu corpo e à mente, a atenção que sempre precisaram.

Após este período de tratamento, LS envia um e-mail me dizendo que queria voltar a estudar e se preparar com afinco e seriedade para a redação. Mas LS estava diferente; afirmou, veementemente, que a vida tinha voltado ao equilíbrio e que não mais deixaria de fazer coisas importantes em prol unicamente dos estudos. Reconheceu que a vida precisava de atenção e cuidados!

Começamos a trabalhar sobre as dissertações, semana após semana, até a próxima prova: TRT-MG (Técnico). Mesmo com certo receio, LS, já saudável novamente, enfrentou o seu gigante e conseguiu dar o melhor de si. De volta à alegria de viver a vida, LS escreveu uma boa dissertação (aliás, escreveu um dos temas mais difíceis que já vi) e ficou em 19º lugar. Conclusão: já tomou posse nesse tribunal!

Queridos, cuidem da saúde, mental e física; observem e respeitem os sinais que o corpo carinhosamente lhes dá.

Se não cuidarmos da saúde, vamos ter de separar tempo depois para cuidar da doença, sem a garantia de que tudo voltará ao normal. LS teve um final feliz, mas que poderia ter sido, sem dúvida, menos traumático, com mais alegria e equilíbrio.

Momentos perdidos não voltam nunca mais…

TRE-SP: 10 tópicos importantes para quem vai escrever uma dissertação!!!

  1. Leitura do enunciado e interpretação do que a banca quer: lembrar dos estilos mais comuns de enunciados e que cada um deles demandará algo do leitor. Em todos os casos, candidato, o SENTIDO do que você está lendo deve ser o seu guia;
  2. Sobre o texto motivador: em enunciados nos quais a banca expõe um texto motivador e o tema destacado em negrito, lembrar que tal texto não está ali para que você retire dele trechos inteiros que possam ser copiados; a banca não vai facilitar a sua vida. O texto motivador é importante sim, conforme vemos em nossas aulas, mas não para isso;
  3. Antes de começar a escrever: levantar perguntas em torno do tema, pois isso ajuda na seleção de informações; relacionar o tema com seus conhecimentos gerais; inserir o tema na realidade do mundo a fim de extrair dessa realidade algo para seu texto. Lembre-se que você pode fazer uso de conhecimentos de Direito, História, Economia, Filosofia etc.
  4. Ao selecionar o que irá escrever: cuidado com a tentação de querer “enfiar” (é isso mesmo), a qualquer preço, conteúdos que, embora bem trabalhados em outras redações (e que você até decorou), não se aplicam ao tema da sua prova. Além disso, não se esqueça de preencher os “vazios” sobre os quais tanto falamos em nossos encontros;
  5. Ainda selecionando conteúdos: diversifique o que irá escrever em cada um dos parágrafos do desenvolvimento; o que foi escrito em um deles não volta a ser escrito no outro. O primeiro do desenvolvimento pode ser mais conceitual, geral, mas o segundo precisa ser mais reflexivo, analítico, crítico, com marcas de opinião; aliás, cuidado com textos descritivos do início ao fim ou com vaguezas e generalizações;
  6. Leitura constante: leia seu texto todo tempo. Escreveu a introdução? Releia toda ela antes de prosseguir. Mudou qualquer coisa em um período? Releia-o por inteiro e revise-o. Vai escrever um novo parágrafo ou período? Releia os anteriores para pensar em como vai construir os seguintes;
  7. Bateu estresse durante a elaboração do texto: nosso cérebro não é uma máquina, graças a Deus; abaixe sua cabeça por 1 minuto e inspire profundamente; saia para beber uma água, coma um carboidrato etc.;
  8. Para quem ainda acredita em modelos prontos, “milagrosos”: ainda há tempo de abandoná-los, afinal modelos engessam sua criatividade e bloqueiam o seu pensar;
  9. Finalizando: ao passar o texto a limpo, atenção ao que está copiando e às eventuais mudanças que fará; lembre-se de que a leitura é constante;
  10. Depois de já ter passado o texto para a versão final: você ainda tem de reler o texto! Viu algum erro e precisa rasurar? Não hesite, rasure! Faça o que for preciso para não entregar seu texto com erros que necessariamente o farão perder preciosos pontos. Um bom examinador vê com bons olhos o zelo do candidato.

DE TODO CORAÇÃO, QUERIDOS, DESEJO UMA EXCELENTE PROVA!!!

Agendamentos para janeiro de 2017

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

Olá, pessoal!

Entre os dias 21.12 e 03.01 farei uma pequena pausa para curtir a preguiça…

Portanto, informo que e-mails ou mensagens no celular enviados neste período poderão ser respondidos a partir do dia 04.01, ok? Também considerando o recesso de final de ano e, ainda, alguns concursos já previstos (TRE-SP, TRT-MS etc.), aproveito para informar que já estou efetuando os agendamentos de janeiro de 2017 (carla@aescritanasentrelinhas.com.br).

Grande abraço a todos!

TRE-SP: A PERGUNTA DE UM CANDIDATO É A DÚVIDA DE MUITOS

Quando a banca FCC, no edital do TRE-SP, escreve que o candidato, na prova discursiva-redação, ‘deverá desenvolver um texto dissertativo sobre um tema atual, o qual poderá versar sobre tema relacionado a área de atividade ou a especialidade do cargo’, o que se pode esperar?

É pouco provável que a banca dê um tema do tipo “A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE PSICOLÓGICA PARA O BEM-ESTAR PESSOAL”. Digo “pouco provável” porque a banca usa o verbo “poderá”! Logo, até esses podem ser cobrados.

Possivelmente, pessoal, a FCC apresentará um tema que tem relação com o órgão TRE ou cargo, mas sem ser tema técnico ou específico, isto é, sem ser tema relativo às matérias de Direito Constitucional, Administrativo, Eleitoral etc.

Se você vai prestar esse concurso, a tendência é a banca apresentar temas como “JUSTIÇA ELEITORAL COMO FORMA DE FORTALECIMENTO DA DEMOCRACIA”, “CORRUPÇÃO NO BRASIL: HÁ UMA SAÍDA?”, “CIDADANIA E JUSTIÇA NO BRASIL”, ENTRE TANTOS OUTROS. Note que são temas atuais/gerais relacionados diretamente ao TRE… Temas como esses o candidato não pode deixar de escrever, ainda mais considerando que a redação terá PESO 2.

Grande abraço a todos e uma ótima semana!

Não é assim que se aprende a escrever

Sem qualquer constrangimento ou polidez, leitores, digo que uma pessoa que deseja escrever melhor pode comprar gato por lebre; pode achar que está contratando um serviço (até de um professor ‘famoso’) que o habilitará a escrever excelentes dissertações quando, na verdade, está comprando o que não precisava e que em nada (ou quase nada) o ajudará.

Apenas fazer algumas marcações no texto do aluno e comentar algo como “argumentação fraca”, “melhorar o desenvolvimento”, “organizar melhor as ideias” não é suficiente para alguém mudar sua escrita e aprender. Como fortalecer a argumentação? Quais raciocínios e conteúdos deverão ser mobilizados? Como relacionar o tema com outros saberes a fim de criar argumentos consistentes? Aliás, não basta responder “quais” e “como”? O bom professor, além disso, interage com o aluno a ponto de fazê-lo trilhar o caminho, descobrir o processo, criar, desenvolver, pensar e refletir.

Aprende-se a escrever escrevendo, mas com orientação e direcionamento adequados.

Tirando o cérebro da zona de conforto

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

Quem estuda para concursos sabe que a preparação para as provas objetivas é bastante exaustiva e massante. Temos de ler, reler, revisar periodicamente, repetir… repetir… decorar… além de fazer centenas de exercícios de cada matéria. Chega uma hora que o candidato vai no automático, afinal ele quer mesmo é marcar o “X” no lugar certo. Não se exige, nesta primeira fase, e dependendo da matéria e da banca examinadora, muito raciocínio, reflexão ou argumentação (falo sobre a complexidade linguística das tarefas). Exige-se (e demais) capacidade de memorização de um conteúdo gigantesco e resiliência por parte do candidato, entre outras habilidades. Por isso, de certa forma (de certa forma!), o cérebro fica numa certa zona de conforto depois de um tempo de estudo, quando o candidato já se exercitou demais para a fase das provas objetivas.

Isso não ocorre quando o assunto passa a ser ELABORAÇÃO DE TEXTOS, ESCRITA DE REDAÇÕES! Meros conhecimentos decorados e reproduzidos já não serão suficientes ao candidato que pretende a aprovação. Pelo contrário! O candidato, numa atividade bem diferente daquela praticada na primeira fase da sua prova, precisará PENSAR, REFLETIR, PERGUNTAR-SE “POR QUÊ”, “COMO”, “PARA QUÊ”; deverá aprender a RELACIONAR conhecimentos e informações estanques, antes adquiridos só para marcar “X”. Aliás, vejo, durante as consultorias que presto, que uma das maiores dificuldades dos candidatos está no estabelecimento dessas relações, algo que aprendemos a fazer em nossos encontros. E assim vamos tirando o cérebro da zona de conforto…  E não acabou: deverá, ainda, selecionar o que é importante, colocar em ordem as informações, reler, reescrever, repensar…

É… escrever dá trabalho mesmo!  Mas é uma atividade INTELIGENTE, que TIRA O CÉREBRO DA ZONA DE CONFORTO, DO AUTOMÁTICO! Quem não quiser trabalhar e exercitar o cérebro, vai ter de buscar outra meta, não a de ser aprovado em um bom concurso público.

Bons estudos a todos! Beijo grande.

Prova do TRE-SP: como está a sua preparação para a escrita de bons textos?

Para quem aguarda ansiosamente o edital do TRE-SP, a escrita das redações deve ser inserida diligentemente na grade de estudos (e bem antes da publicação do referido edital). Escrever é uma atividade intelectual complexa (já disse isso aqui algumas vezes), nada mecânica, e que geralmente não acontece de maneira satisfatória com apenas 2 ou 3 meses de prática. Dependendo das dificuldades de escrita, são necessários, no mínimo, 6 meses de prática constante (escrita e reescrita), além de um bom professor para incisivamente “puxar” o raciocínio do candidato e fazê-lo pensar de maneira criativa (sem modelinhos engessadores) etc.

Nesse contexto, será interessante escrever temas variados. Como as provas do TRE têm muitos temas gerais associados ao cargo pretendido (e ao órgão), seguem aqui alguns para vocês!!!

Tema 01: INSTRUMENTOS DE PARTICIPAÇÃO PARA ALÉM DO VOTO

Tema 02: JUSTIÇA ELEITORAL COMO FORMA DE FORTALECIMENTO DA DEMOCRACIA

Tema 03: O VOTO E OUTRAS FORMAS DE PARTICPAÇÃO POPULAR PARA PROMOÇÃO DA JUSTIÇA

Tema 04: A CORRUPÇÃO ENFRAQUECE A DEMOCRACIA BRASILEIRA?

Do TRT para as Procuradorias: esclarecendo meu momento

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

Olá, queridos leitores!

Após eu ter concluído o curso de Direito, muitos clientes me perguntam se prestarei algum concurso da área jurídica e se continuarei trabalhando com as consultorias em linguagem. Então resolvi registrar a resposta aqui no blog!

Há alguns meses, além de trabalhar, voltei a estudar a fim de me preparar, sim, para alguns concursos. Comecei estudando para os TRT’s, mas RESOLVI MUDAR A ROTA COMPLETAMENTE. Na verdade, sempre que sentava para estudar para os TRT’s sentia um desconforto e uma intranquilidade cujos motivos não sei explicar bem (acredito que cada um de nós tem perfil e talento para fazer algumas coisas e não outras); independentemente disso, também sempre tive em mente que o importante era estudar… estudar… uma hora, o alvo a ser perseguido ficaria mais claro. E ficou! Prestei um concurso para Procurador Judicial de São Caetano do Sul-SP, cidade em que resido, e fiquei classificada em 25º. Se serei chamada ou não, impossível saber agora; mas essa experiência foi mais do que suficiente para eu ter certeza de que continuarei estudando e prestando SOMENTE PARA AS PROCURADORIAS (algumas estaduais e municipais). Há um caminho a ser trilhado ainda, mas com paz e tranquilidade.

Vale ressaltar que continuo e continuarei, se Deus quiser, trabalhando com a escrita e a interpretação; aliás, após a nomeação, tenho planos de colocar em prática várias ideias para ajudar meus clientes mais e mais (aulas em vídeo, questões de interpretação comentadas etc.)!!!

Beijo grande. Bora estudar um pouco mais agora!!!

 

 

Voo e perfil de texto: seu destino está em jogo

Um dia desses eu estava em um voo de São Paulo-SP para Belo Horizonte-MG. Durante os procedimentos que antecedem a decolagem, uma comissária, ao dar vários avisos, falou também qual era o destino daquela aeronave. Imediatamente uma passageira se levantou e disse que aquele não era o seu voo; achava que a aeronave a levaria para Recife-PE quando, na verdade, estava indo para BH.

Há candidatos a concursos públicos que escrevem tendo a plena convicção de que seus textos os farão alcançar os resultados almejados, afinal gastaram muito dinheiro em cursinhos e creem ter aprendido o passo a passo para escreverem bem. Aprenderam um certo “jeito” de escrever, uma fórmula que costuma lhes dar certo conforto e menos sofrimento. Mesmo quando digo “fulano, isso não vai dar certo”, há alguns que insistem em não tomar o caminho da reflexão, do raciocínio, do pensamento, do SENTIDO e da escrita periódica (sim, a frequência é muito importante). Resultado: surpresa e notas baixas.

Não adianta escrever… escrever… escrever como uma máquina! Não é suficiente estar dentro da aeronave; você tem de estar no voo certo para chegar ao destino desejado.

Posts Recentes
Comentários Recentes
Quem escreve este blog
Carla Queiroz Pereira: Oi, Randinaldo! Vamos supor que esta charge tenha sido publicada antes das eleiçõ...
Randinaldo P. da Silva: Se fosse pra fala dessa charge,mostra o que nos dias atuais?...
Carla Queiroz Pereira: Por favor, Renata, envie e-mail para mim: carla@aescritanasentrelinhas.com.br Obrig...
Renata Dare: Professora, quero muito a consultoria pada redação. Devo fazer o concurso do trt 2. A...
Juliana: Boa noite prof. Carla. Estou estudando para concurso e gostei muito do seu blog. Obr...
Carla Queiroz Pereira, mestre em Linguística/área Neurolinguística pela Unicamp, presta consultoria em linguagem a profissionais e estudantes, ministra palestras e cursos com temas voltados às questões linguístico-cognitivas e prepara candidatos a concursos públicos para enfrentarem as redações, questões discursivas e questões de interpretação de texto.

carla@aescritanasentrelinhas.com.br