Tem gente que sabe dizer o que quer escrever, mas só consegue dizer; tem gente que escreve para o leitor adivinho; tem aqueles que acham difícil organizar as informações; há ainda os que escrevem, não convencem, e pensam que o texto ficou ótimo; outros tentam impressionar com palavras “difíceis”. É... escrever um bom texto não é fácil. Mas tem gente que aprende a escrever melhor, seja um relatório, projeto, e-mail para tratar de negócios ou um simples bilhete.

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Sabe tudo… só que não!

Uma jovem, LD, me procura com a seguinte questão: “Carla, estudo há 5 anos para o concurso da Magistratura do Trabalho; já fiz 9 segundas fases e não passo… alguma coisa está acontecendo comigo. Estou muito bem no conteúdo jurídico, mas não sou aprovada. Você pode ler meus textos”?

Como o último concurso desta jovem foi para o MPT (Ministério Público do Trabalho), pedi a ela que enviasse para mim as questões dissertativas escritas nessa prova. E assim começamos a trabalhar. Durante a primeira aula, lendo com ela os quatro primeiros parágrafos da primeira questão, identificamos juntas diversas inadequações textuais relativas à estrutura sintática, coesão textual, uso de pontuações, concordância etc. Só de reler com LD a sua prova parece que os problemas textuais saltaram aos seus olhos!

Sendo assim lhe perguntei: “LD, como você escreve? Qual o processo”? Ela me respondeu: “Carla, como eu tenho bastante conteúdo jurídico, já leio a questão e já sei o que a banca quer. Então, após a leitura, já passo a escrever ininterruptamente… vou escrevendo tudo o que eu sei”.

E continuei: “Você lê enquanto escreve? Relê o que escreveu em períodos anteriores antes de passar para o seguinte”?  “Não”, ela me disse.

Então acrescentei: “Agora você já sabe por que você não passa da segunda fase, correto”? Ela balançou a cabeça sinalizando concordância e lamentando.

Casos como esse são mais comuns do que se pensa. O que mais me espantou foi o fato de LD já ter disponibilizado os textos dela para “N” professores (da área jurídica) e nenhum (nenhum sequer) ter ao menos sinalizado para a candidata a necessidade de procurar alguma ajuda na questão textual.

Textos dissertativos com problemas de coesão, estrutura sintática, pontuação etc. são incompatíveis com o cargo de procurador do trabalho (no caso do MPT) ou juiz do trabalho (no caso dos TRT’s). Certamente os professores de cursinhos sabem muito bem isso…

É… escrever bons textos parece fácil… só que não. LD sabia tudo… só que não.

Falar para escrever

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

Não é incomum eu perguntar para um cliente enquanto leio seu texto: “fulano, o que você quis dizer aqui”? Geralmente recebo uma resposta do tipo: “Carla, eu gostaria de escrever … (e o cliente continua falando exatamente o que gostaria de dizer/escrever e não escreveu). O dito não é condizente com o que seu texto apresentava. Ou seja, muitas vezes alguém sabe dizer o que quer escrever, mas não sabe escrever o que sabe dizer.

E o que faço neste momento? Simplesmente respondo: “fulano, agora, então, você vai usar a sua fala para escrever o que você me disse, vamos lá”! Na interação, faço novamente uma pergunta cuja resposta servirá de conteúdo para o texto a ser reescrito; o cliente, com o arquivo aberto, ao mesmo tempo em que me responde, já começa a reescrever, sempre sendo incentivado a reler o que já foi escrito e a usar sua fala para organizar sua escrita. Nesse processo interativo, releio seu texto, o indago a respeito, o faço estabelecer relações com outros conhecimentos etc., conforme os problemas que vão aparecendo e desaparecendo.

Que tal usar mais a sua fala para escrever? Obviamente a escrita não é mera transcrição da fala, mas o ajudará a se organizar e a escrever o que realmente queria.

Grande abraço.

 

Período de “férias”

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

OI, pessoal!

Entre os dias 21.07 e 30.07 estarei no meu período de descanso. Portanto, e-mails serão respondidos a partir  31.07.

Documentários – sugestões

Muitos clientes me pedem sugestões de documentários. Pois bem… segue uma listinha:

- “Sem Pena”;

- “Olhos azuis”;

- “Notícias de uma guerra particular”;

- “Muito além do cidadão Kane”;

- “O dia que durou 21 anos”;

- “Justiça”;

- “Trabalho interno” (‘Inside Job’);

- “Os quatro cavaleiros” (Fair Horsemen);

- “A corporação” (Corporation);

- “Food inc.”;

- “Cortina de Fumaça”;

- “O mundo segundo Monsanto”.

 

 

TRT-SC/FGV: Provas discursivas merecem ATENÇÃO!

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

Em concursos altamente concorridos, como certamente será também o do TRT-SC, sabemos que o diferencial para uma boa classificação está na prova escrita, seja ela uma redação ou uma discursiva jurídica (questão ou estudo de caso). E desta vez a banca caprichou na exigência. Conforme o item 10.2 do presente edital referente ao concurso do TRT-SC, “para os cargos de Analista Judiciário, a Prova Escrita Discursiva será composta por 3 (três) questões discursivas e abrangerá o conteúdo específico do cargo”.

Alguns candidatos ficam contentes com o fato de não ser redação, pois consideram mais fácil esse tipo de prova, afinal já estudam conteúdo jurídico para as objetivas. E não são poucos os que pensam isto: “se já consigo ir bem nas objetivas jurídicas, também conseguirei escrever as questões técnicas”. CUIDADO!

De fato, sem o conhecimento de Direito não se escreve o tema mais “tranquilo” dessa área; ou seja, não adianta ter conhecimento sobre produção de um bom texto se não há conhecimento do conteúdo jurídico abordado no enunciado.

Por outro lado, isso não é suficiente! Tenho atendido muitas pessoas que, embora tenham o saber técnico, jurídico, não conseguem fazer tal conhecimento aparecer nos textos com a precisão exigida pela banca. Logo, vão aqui algumas orientações:

1. Teste sua memória sempre: escreva quantos temas diferentes você puder; escrevendo você realmente saberá quais conteúdos, de fato, memorizou, quais ainda faltam memorizar e quais você pensava já ter na ponta da língua;

2. Quando a banca apenas pedir para discorrer sobre determinado conteúdo jurídico, destrinche bem a lei – no caso de uma pergunta cuja resposta esteja na lei – ou parte da doutrina e jurisprudência – caso seja uma questão mais doutrinária; havendo súmula a respeito do conteúdo/enunciado, não deixe de colocá-la!

3. Saiba isto: conhecer a gramática para marcar X, na hora da prova objetiva de português, não representa qualquer garantia de uma escrita gramaticalmente correta na prova discursiva, algo que os linguistas e educadores estão cansados de repetir; escrever se aprende escrevendo e tendo bons leitores/interlocutores/professores;

4. Como no TRT-SC a prova para Analista Judiciário versará sobre assunto específico, experimente, você mesmo, abrir o livro de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho e criar temas. Se abrirmos em recursos, por exemplo, veremos um assunto muito importante, qual seja, “princípios recursais no processo trabalhista”. Que tal discorrer sobre? Como na prova de Santa Catarina haverá 3 questões, acredito que essa possa ser uma boa estratégia;

5. Vejo muitas respostas econômicas, sucintas, brevíssimas… Parece que muitos de vocês ficam com medo de escrever, têm medo de errar. Vocês ouvem tantos mitos sobre a escrita por aí… My God!!! Resultado: vocês ficam travados, engessados e com medo! E pior: respondem de forma incompleta o que foi perguntado, o que certamente acarretará perda de pontos na prova. Please, don’t worry!

6. Terá pouco tempo para escrever? Escolha alguns temas para escrever e outros para falar (sim, como se estivesse ministrando uma palestra; assim você treina a memória, a organização e seleção de informações).

7. Está esperando passar sem treinar sua escrita? Não se iluda; não arrisque sua boa classificação.

Abraço. Espero ter podido ajudar.

Mestrado: cuidados durante o processo seletivo

Recebo muitos e-mails de pessoas me pedindo orientações sobre os cuidados que devem ter durante o processo seletivo de um mestrado. Portanto, em linhas bem gerais (mas importantes), segue o que respondi hoje mesmo a uma leitora do blog:

O processo seletivo para ingresso no mestrado, incluindo a prova discursiva, tem certas peculiaridades…

O primeiro aspecto que gostaria de destacar é o seguinte: se sua prova for de áreas humanas, saiba bem em “que terreno você está pisando”, ou seja, conheça as vertentes teóricas de base (por exemplo, se vai tentar o mestrado em Educação, conheça as principais teorias da Educação – as clássicas –  e qual a “defendida” pelo instituto no qual você está prestando a prova; se vai prestar na área da Linguística, conheça as principais teorias sobre a concepção de linguagem e a defendida pelo instituto). A meu ver, isso é bem importante. Geralmente sobre esta base você poderá escrever sua dissertação.

O segundo aspecto que gostaria de destacar é a necessidade de você entender o que se espera de um futuro aluno do mestrado: que ele SAIBA REFLETIR SOBRE UMA DADA QUESTÃO, DISCUTIR ALGO, PENSAR! E por isso você pode escrever livremente em uma prova desse tipo, colocando-se, opinando sobre; não se trata de uma mera prova com perguntas fechadas e respostas pré-determinadas.

O terceiro aspecto diz respeito à QUALIDADE DO TEXTO, AO CUIDADO COM A ESCRITA E REVISÃO. Não se trata de mera correção gramatical (indispensável), mas encadeamento de ideias, boas relações de sentido e argumentação de qualidade. Escrever será uma importantíssima atividade que você deverá desempenhar durante todo o mestrado e após ele.

Quarto e último aspecto: se houver entrevista, vá tranquilo(a), com algumas anotações (tópicos) do que você pretende falar (sobre sua vida pregressa, por que seu interesse pelo mestrado, seu projeto de pesquisa etc). Eles querem realmente ter certeza de que você vai tocar o mestrado até o fim e tem condições para isso.

Como também já fiz um mestrado, e olhando para trás, noto que tudo isso foi crucial durante o processo seletivo.

Bem, espero ter podido ajudar!

Beijos a todos os futuros pesquisadores.

Concurseiros que ficaram doentes…

Nunca me esqueço deste caso: LS era um jovem como qualquer outro; passeava, pegava uma praia, tinha tempo para namorar e ficar com amigos e parentes… Até que um dia ele resolveu estudar para concurso; decidiu que prestaria os TRT’s, cargo de Analista Judiciário, área Judiciária (AJAJ). Achou que deveria, para ser aprovado, somente estudar os 7 dias da semana. Já não mais dava a devida atenção para a namorada; não ia correr na praia com o pai, corrida que, segundo o candidato, proporcionava momentos maravilhosos de interação pai-filho; além disso, não mais separava tempo para jogar conversa fora com os amigos, visitar tios ou primos etc. Em menos de 1 ano o assunto se tornou somente um: concurso público! Nada mais importava tanto como estudar direito do trabalho, constitucional, administrativo e todos os outros direitos que conhecemos. E se passaram 2 anos da vida…

LS, auto-confiante e já bem preparado, prestou suas primeiras provas. Apesar de ter ido excelentemente bem nas objetivas, ficando nas primeiras colocações, ainda não havia dado a devida atenção para a redação – pensou, erroneamente, que, como ia bem em português (pelo menos nas provas objetivas), chegaria na prova e conseguiria escrever uma boa dissertação -, passando, assim, a desenvolver sintomas de alguém que já não estava tão bem psicologicamente. LS, com as frustrações normais que um concurseiro geralmente tem, passou a ficar extremamente ansioso, com medo (medo de escrever, medo de fazer o próximo concurso e ter mais frustração, medo de enfrentar os problemas) e, em seguida, deprimido. Já não mais era possível a LS sentar e estudar tranquilamente. Conclusão: teve de deixar tudo, parar com tudo e ir se tratar com um bom psiquiatra e um bom psicólogo. E LS foi se cuidar… dar, agora, ao seu corpo e à mente, a atenção que sempre precisaram.

Após este período de tratamento, LS envia um e-mail me dizendo que queria voltar a estudar e se preparar com afinco e seriedade para a redação. Mas LS estava diferente; afirmou, veementemente, que a vida tinha voltado ao equilíbrio e que não mais deixaria de fazer coisas importantes em prol unicamente dos estudos. Reconheceu que a vida precisava de atenção e cuidados!

Começamos a trabalhar sobre as dissertações, semana após semana, até a próxima prova: TRT-MG (Técnico). Mesmo com certo receio, LS, já saudável novamente, enfrentou o seu gigante e conseguiu dar o melhor de si. De volta à alegria de viver a vida, LS escreveu uma boa dissertação (aliás, escreveu um dos temas mais difíceis que já vi) e ficou em 19º lugar. Conclusão: já tomou posse nesse tribunal!

Queridos, cuidem da saúde, mental e física; observem e respeitem os sinais que o corpo carinhosamente lhes dá.

Se não cuidarmos da saúde, vamos ter de separar tempo depois para cuidar da doença, sem a garantia de que tudo voltará ao normal. LS teve um final feliz, mas que poderia ter sido, sem dúvida, menos traumático, com mais alegria e equilíbrio.

Momentos perdidos não voltam nunca mais…

TRE-SP: 10 tópicos importantes para quem vai escrever uma dissertação!!!

  1. Leitura do enunciado e interpretação do que a banca quer: lembrar dos estilos mais comuns de enunciados e que cada um deles demandará algo do leitor. Em todos os casos, candidato, o SENTIDO do que você está lendo deve ser o seu guia;
  2. Sobre o texto motivador: em enunciados nos quais a banca expõe um texto motivador e o tema destacado em negrito, lembrar que tal texto não está ali para que você retire dele trechos inteiros que possam ser copiados; a banca não vai facilitar a sua vida. O texto motivador é importante sim, conforme vemos em nossas aulas, mas não para isso;
  3. Antes de começar a escrever: levantar perguntas em torno do tema, pois isso ajuda na seleção de informações; relacionar o tema com seus conhecimentos gerais; inserir o tema na realidade do mundo a fim de extrair dessa realidade algo para seu texto. Lembre-se que você pode fazer uso de conhecimentos de Direito, História, Economia, Filosofia etc.
  4. Ao selecionar o que irá escrever: cuidado com a tentação de querer “enfiar” (é isso mesmo), a qualquer preço, conteúdos que, embora bem trabalhados em outras redações (e que você até decorou), não se aplicam ao tema da sua prova. Além disso, não se esqueça de preencher os “vazios” sobre os quais tanto falamos em nossos encontros;
  5. Ainda selecionando conteúdos: diversifique o que irá escrever em cada um dos parágrafos do desenvolvimento; o que foi escrito em um deles não volta a ser escrito no outro. O primeiro do desenvolvimento pode ser mais conceitual, geral, mas o segundo precisa ser mais reflexivo, analítico, crítico, com marcas de opinião; aliás, cuidado com textos descritivos do início ao fim ou com vaguezas e generalizações;
  6. Leitura constante: leia seu texto todo tempo. Escreveu a introdução? Releia toda ela antes de prosseguir. Mudou qualquer coisa em um período? Releia-o por inteiro e revise-o. Vai escrever um novo parágrafo ou período? Releia os anteriores para pensar em como vai construir os seguintes;
  7. Bateu estresse durante a elaboração do texto: nosso cérebro não é uma máquina, graças a Deus; abaixe sua cabeça por 1 minuto e inspire profundamente; saia para beber uma água, coma um carboidrato etc.;
  8. Para quem ainda acredita em modelos prontos, “milagrosos”: ainda há tempo de abandoná-los, afinal modelos engessam sua criatividade e bloqueiam o seu pensar;
  9. Finalizando: ao passar o texto a limpo, atenção ao que está copiando e às eventuais mudanças que fará; lembre-se de que a leitura é constante;
  10. Depois de já ter passado o texto para a versão final: você ainda tem de reler o texto! Viu algum erro e precisa rasurar? Não hesite, rasure! Faça o que for preciso para não entregar seu texto com erros que necessariamente o farão perder preciosos pontos. Um bom examinador vê com bons olhos o zelo do candidato.

DE TODO CORAÇÃO, QUERIDOS, DESEJO UMA EXCELENTE PROVA!!!

Agendamentos para janeiro de 2017

por Carla Queiroz Pereira em Consultoria em Linguagem Escrita

Olá, pessoal!

Entre os dias 21.12 e 03.01 farei uma pequena pausa para curtir a preguiça…

Portanto, informo que e-mails ou mensagens no celular enviados neste período poderão ser respondidos a partir do dia 04.01, ok? Também considerando o recesso de final de ano e, ainda, alguns concursos já previstos (TRE-SP, TRT-MS etc.), aproveito para informar que já estou efetuando os agendamentos de janeiro de 2017 (carla@aescritanasentrelinhas.com.br).

Grande abraço a todos!

TRE-SP: A PERGUNTA DE UM CANDIDATO É A DÚVIDA DE MUITOS

Quando a banca FCC, no edital do TRE-SP, escreve que o candidato, na prova discursiva-redação, ‘deverá desenvolver um texto dissertativo sobre um tema atual, o qual poderá versar sobre tema relacionado a área de atividade ou a especialidade do cargo’, o que se pode esperar?

É pouco provável que a banca dê um tema do tipo “A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE PSICOLÓGICA PARA O BEM-ESTAR PESSOAL”. Digo “pouco provável” porque a banca usa o verbo “poderá”! Logo, até esses podem ser cobrados.

Possivelmente, pessoal, a FCC apresentará um tema que tem relação com o órgão TRE ou cargo, mas sem ser tema técnico ou específico, isto é, sem ser tema relativo às matérias de Direito Constitucional, Administrativo, Eleitoral etc.

Se você vai prestar esse concurso, a tendência é a banca apresentar temas como “JUSTIÇA ELEITORAL COMO FORMA DE FORTALECIMENTO DA DEMOCRACIA”, “CORRUPÇÃO NO BRASIL: HÁ UMA SAÍDA?”, “CIDADANIA E JUSTIÇA NO BRASIL”, ENTRE TANTOS OUTROS. Note que são temas atuais/gerais relacionados diretamente ao TRE… Temas como esses o candidato não pode deixar de escrever, ainda mais considerando que a redação terá PESO 2.

Grande abraço a todos e uma ótima semana!

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Falar para escrever
6 outubro 2017
Daniela: Sua explicação foi simples e objetiva. Me ajudou muito. Obrigada...
josiane: Bom dia! Gostaria de conhecer melhor qual é a sua forma de trabalho. Quero me prepara...
Carla Queiroz Pereira: Que bom, Carolina! Aproveite o blog! Beijo grande....
Carolina: AMEI a sua explicação, professora! Farei esse tema para a nossa próxima redação! :) S...
michele: Olá Carla, Li seu artigo sobre as discursivas e concordo com o que você disse, princ...
Carla Queiroz Pereira, mestre em Linguística/área Neurolinguística pela Unicamp, presta consultoria em linguagem a profissionais e estudantes, ministra palestras e cursos com temas voltados às questões linguístico-cognitivas e prepara candidatos a concursos públicos para enfrentarem as redações, questões discursivas e questões de interpretação de texto.

carla@aescritanasentrelinhas.com.br